Crítica: SKYLINE – A INVASÃO

Dê adeus às esperanças! Este é, provavelmente, o pior filme do ano!

Maurício Muniz

Céus, por onde começar?

Se você viu o trailer de Skyline – A Invasão (Skyline, 2010) e, como eu, achou que dali poderia sair um bom filme de suspense, ação e efeitos especiais, temos o triste dever de infomar que quase tudo que viu no trailer é o melhor que há no filme. Pode esquecer todo o resto, pois quase nada se salva na produção.

Lembra quando dissemos que 2012 era ruim? Quando avisamos que The Spirit era uma afronta? Quando xingamos o novo A Hora do Pesadelo? Pois é… perto de Skyline todos esses filmes parecem clássicos do cinema e dá até vontade de pedir desculpas por termos criticado tão duramente todos eles. Volte, Avatar, está tudo perdoado!

A premissa inicial de Skyline, pra ser sincero, tem algumas ideias interessantes. Numa noite qualquer, caem sobre o solo vários pontos de luz que atraem irresistivelmente todos os seres humanos que os olham. Enquanto se formam multidões para ver de perto aquilo, os objetos emanam uma radiação que parece queimar a pele e inserir algo misterioso nas pessoas. Como se a coisa já não estivesse perturbadora o bastante, ainda surgem no céu várias naves espaciais enormes que sugam para dentro todas essas pessoas que estavam olhando abobalhadas para os pontos luminosos. O que podem querer conosco esses seres de outro mundo?

Boa pergunta. E apenas uma das várias que ficarão sem resposta ao longo do filme.

Acompanhamos a história através de Jarrod (Eric Balfour, que na TV já esteve em A Sete Palmos, 24 Horas e Buffy), que vai a Los Angeles para encontrar o amigo Terry (Donald Faison, o Dr. Turk do seriado Scrubs) que é rico e mora num prédio de luxo já que trabalha com… o quê? O filme, sinceramente, não explica direito. Talvez seja com efeitos especiais pro cinema, mas não fica claro. De qualquer forma, Jarrod traz a tiracolo a namorada Elaine (Scottie Thompson, das séries Trauma e NCIS), que não vê com bons olhos que Jarrod queira mudar para LA e trabalhar com Terry fazendo… seja lá o que ele faz. Mas tudo isso perde a (pouca !) importância quando aparecem os extraterrestres, que não apenas ficam chupando pessoas (ah, você entendeu!), mas ainda mandam pra Terra umas naves menores pra capturar os poucos que escaparam e ainda uns monstros gigantes que parecem mais interessados em destruir os sobreviventes do que em fazer prisioneiros.

Se até agora você está achando interessante o que leu, admito que até possa parecer. E se tivessem colocado pra escrever a história um daqueles profissionais… como é mesmo que eles se chamam…? Ah, sim: roteiristas! É, se tivessem colocado uns roteiristas de verdade no projeto, talvez o filme não fosse a catástrofe que se apresenta. Ao invés disso, somos agraciados com o primeiro “roteiro” da dupla Joshua Cordes e Liam O’Donnell, técnicos em efeitos visuais que trabalharam em filmes como Alien Vs. Predador 2, uma bomba que – não por coincidência – compartilha com Skyline a mesma dupla de diretores ruins: os irmãos Colin e Greg Strause. Ao que consta, os Strause conseguiram que os produtores lhes dessem um orçamento de apenas 10 milhões de dólares e carta branca para pra fazer o filme como quisessem.

Aí cabe uma lição importante que Hollywood parece esquecer de tempos em tempos e com maior constância nos últimos anos: unir diretores ruins a roteiros ainda piores DIFICILMENTE resulta num bom filme! E quer saber alguns dos pontos ruins, fracos ou simplesmente abomináveis de Skyline? Ok, aí vão (mas só alguns, porque se listássemos todos, nenhum de nós sairia daqui hoje!):

– As interpretações são horríveis. No elenco, quem não está exagerado, está apático. Os diretores não souberam dar o tom das interpretações ou indicar aos atores como deveriam agir corretamente. De qualquer forma, talvez não ajudasse muito uma vez que…

– Os personagens são todos desagradáveis e sem carisma. Se algum deles morrer – e alguns morrem -, você não ficará triste. E, na verdade, nem feliz. A reação mais comum quando acontece algo bom ou mal pros personagens é, simplesmente, apatia.

– Clichês, clichês e clichês. O astro que trai a mulher com a secretária. A namoradinha que descobre estar grávida. O herói que é infectado por seja lá o que for e ameaça se entregar ao lado sombrio. E o pior: o amor que vence tudo. Os “roteiristas” parecem ter pego uma centenas de referências tiradas de filmes e gibis mal-escritos pra formar sua história, achando que estavam construindo uma trama coesa. Na verdade, dá até pena.

– Diálogos terrivelmente ruins, idiotas e sem nexo. Ou os alienígenas estão usando alguma arma para fazer todos parecerem e falarem como estúpidos ou os “roteiristas” e “diretores” não têm o menor talento pra fazer pessoas falando soarem como… bem, pessoas falando.

– A falta de lógica incontrolável que assombra o filme a cada momento. Por que Elaine, que está grávida, odeia tanto a ideia de Jarrod ir trabalhar em Los Angeles e ganhar um bom salário que o possibilitaria sustentar a ela e ao filho? Ninguém explica de verdade. Por que, ao invés de ficarem escondidos no apartamento, Jarrod e Terry acham que o melhor a fazer é fugir para o alto-mar já que “os alienígenas não estão atacando o mar”? Em nenhum momento é mostrado algo que indique isso. Num momento mostra-se que as redes de televisão não estão mais transmitindo, no outro os personagens acompanham pela TV um ataque de caças às naves alienígenas. Pra não falar do carro que é completamente esmagado por um monstro apenas para um dos heróis sair dele COMPLETAMENTE ileso poucos segundos depois… e apenas para morrer em seguida, de qualquer maneira!

– Um outro mistério: a invasão (“invasão” mesmo?! Quem sabe?) está acontecendo apenas em Los Angeles ou é em todos os Estados Unidos? Ou é em todo o mundo? E alguém se importa, a essa altura?

– Talvez mais importante: a questão que volta a assombrar a história (“história” mesmo?! Quem sabe?) de tempos em tempos se você tiver um mínimo de cérebro… Do que esses extraterrestres estão atrás? A certa altura, tem-se a impressão que querem os cérebros humanos para colocá-los em corpos de outros ETs, talvez seus escravos… Ou estariam aqui para comer os cérebros humanos, o que também dá a impressão em outra ocasião? E, se querem humanos vivos, porque os monstros que soltam pela cidade se esmeram em matar qualquer pessoa que veem? Será que os monstros não receberam o memorando com as ordens do dia?

É tanta coisa ruim que fica difícil listar tudo. O filme tem apenas 94 minutos de duração e, mesmo assim, logo ele começa a parecer arrastado e interminável, com uma série de falsos finais que vão deixando as situações cada vez mais ridículas e exageradas… até você chegar ao final que deixa uma porta aberta para uma continuação! Mas, mesmo com o orçamento baixo, o filme não recuperou o bastante nas bilheterias e talvez sejamos poupados de mais aventuras nesse cenário frustrante, incômodo e (vamos deixar de lado a educação) muito burro.

A maior certeza que sobra é que, se amanhã aparecerem mesmo nos nossos céus alienígenas à procura de cérebros, os roteiristas e os diretores de Skyline não tem com o que se preocupar. Não estarão na lista de compras dos seres.

Como até relógio parado fica certo duas vezes ao dia, o ponto positivo de Skyline são seus efeitos visuais. Entre naves espaciais, luzes misteriosas, sondas e monstros gigantes, tudo é feito de forma bastante competente e, em alguns momentos, até impressionante. Interessante que se possa fazer efeitos tão bons com um orçamento relativamente baixo. Mas eu, particularmente, preferiria uns monstros ou naves a menos se tivessem usado a diferença pagando a um desses “script doctors”, que tem aos montes em Hollywood, para que ele tentasse consertar o roteiro. Porque não há efeito especial que compense uma trama ruim.

Como último comentário, fica também uma crítica às legendas muito falhas da versão nacional (ao menos as apresentadas na sessão para jornalistas). O texto está todo errado em vários momentos, deixando ainda mais confuso o que acontece. Tem-se a impressão de que o tradutor trabalhou diretamente do roteiro, sem assistir ao filme e ver o que acontecia, o que o levou à decisão de traduzir tudo ao pé da letra, criando algumas pérolas insanas. Por exemplo: num momento em que um personagem desagradável comenta para Jarrod que Elaine é – no popular – muito gostosa, diz “Congratulations! She is smoking!”, ou seja, “Smoking hot”, “muito quente” ou “tão quente que solta fumaça”, como dizem os norte-americanos. Na legenda, lêmos “Ela está fumando!”. Assim, sem mais nem menos. Um frase saída do nada sobre uma personagem que não está com cigarro ou nada do tipo nas mãos. A distribuidora deveria ter arrumado alguém pra revisar o trabalho.

Mas isso é apenas mais um “Ops!” em meio a tantos desse filminho B classe Z.

Cotação Antigravidade:

Trailer: O QUE ACONTECEU AO HOMEM MAIS RÁPIDO DO MUNDO?

26 comentários sobre “Crítica: SKYLINE – A INVASÃO

  1. Faço das suas palavras as minhas velho, por que muita coisa num tem pé nem cabeça mesmo. PORÉM, uma coisa ficou clara (apesar do barulho insano de blosh quando os monstros pegam as pessoas) que eles apenas armazenam elas, e comem algumas mesmo.

  2. Resenha pra lá de boa! Parabéns. Dei muitas gargalhadas. Pelo menos o filme serviu para se escrever uma boa comédia com ele. Escreva sempre assim que terá uma grande audiência ansiosa a rir muito.

  3. Muito boa critica!

    acredito que tenha sido uma das piores produções deste ano, não sei o que é pior, sair da sala de cinema me perguntando o que foi isso que acabei de assistir e perder meu tempo ou no final do filme ouvir todoas as pessoas que estão saindo da sala o quanto o filme foi horrível e tâ tâ tâ tâ tâ

  4. Concordo plenamente com o seu texto,eu fiquei de cara com os furos da legenda,me parece que até os tradutores não gostaram do filme e decidiram estragar de vez com uma legenda tão falha.Só os efeitos do filme que são legais mas como você já disse:Não salva o filme.

  5. Muito bem escrita a resenha.
    Cara esse filme é muito ruim mesmo. E no final me restou uma pergunta (ou eu simplesmente não dei importância a resposta): por que nosso amado protagonista fica vermelho ao invés de azul? O que tem de especial nele?
    Outra coisa. Sai do cinema com a sensação de que havia assistido a abertura de algum jogo de video (do tipo salve a princesa). Claro que os roteiros de jogos, desde a época do Atari, são muito melhores que desta belíssima porcaria.

  6. Realmente o filme é o pior do ano!
    Mas só uma coisa que li, e achei errado de sua parte,
    sobre as TVs estarem fora do ar, e depois eles verem a perseguição de caça na TV,
    não passou esta perseguição na TV, foi filmado pelo “telescópio” que eles olhavam o tempo todo,
    tanto é que no início, eles estão vendo um casal de gay fazendo sexo pelo aparelho, ligam a TV e todos vêem o mesmo,
    ou seja, telescópio ligado na televisão.
    Desculpe criticar, essa sua ótima crítica, mas tentei ser construtivo,
    e isso (filme) realmente é muuuito ruim, trailer me enganou, não merecia nem cinema isso.

  7. 1)Achei bacana quando vi o ataque dos humanos. Como todo mundo era levado pela luz o exercito mandou todo tipo de avião não tripulado.(detalhe muita gente deixou passar…procure por “UAV”)
    2)Contrario de 2012 onde as mortes eram escolhidas pelo nível de moralidade Skyline não perdoa ninguém.Nota.:percebeu que não tem criança no filme?(tb achei estranho)
    3)O personagem principal recebe uma proposta de emprego de algo que ele não entende e a noticia que a esposa esta grávida.
    4)A mulher alem de grávida descobre que o marido recebe uma proposta de emprego e a oportunidade de morar em outro lugar…e depois veio a reação dele “merda” diante da noticia de que ela estava grávida.
    6)Se um dia não é o suficiente para decidir onde morar, trabalhar e se quer ter uma familia ou não…imagina com aliens tirando sua concentração. É como jogar space invader com irmão menor do lado.
    7)Sobre fugir em alto-mar. Se a atuação não fosse tão porca mostraria que os personagens estavam desesperados e tentando uma forma de ficarem vivos.Tanto que o zelador deixa claro que a idéia é estúpida.
    8)Outra furada na sua critica…Não espere lógica no comportamento alienígena é a mesma coisa que esperar que eles falem inglês. Não gostou? Assiste Star Wars!!!rsrsrsr(mas não é o caso de Skyline…já que os feiosos seguem uma lógica)
    “E, se querem humanos vivos, porque os monstros que soltam pela cidade se esmeram em matar qualquer pessoa que veem? Será que os monstros não receberam o memorando com as ordens do dia?”
    Do que adianta criticar um filme sem prestar atenção? Pode assistir o filme novamente que você vera que os Aliens só atacam aqueles prestam algum tipo de resistência.
    Sobre a cena do carro…O carro não é completamente destruído. Tanto que a pisada do monstrengo só pega o lado do carona e em seguida ele pega o veiculo para tirar o astro de dentro. Tanto que ele poderia muito bem só apertar a ferrari.
    9)O filme é construindo em cima do personagem(tosco) então não existe motivo algum para sair explicando como está a situação do mundo. E isso é ótimo já que da ao publico a chance de imaginar o que se passa(coisa rara hoje…já que filme “bom” tem que explicar tudo…*saudades quando só existia o primeiro filme de Matrix)

    Enfim…Skyline é tão ruim quanto sua critica.

  8. Diogo,

    Pode ser mesmo que fosse o telescópio… mas como é que o telescópio seguia os movimentos dos aviões? Ou eu que estou lembrando errado como a coisa ocorreu?

  9. Discordo do Jazz em vários aspectos. O filme é tosco d+, nada justifica uma produção tão ruim. Gostei muito da crítica, ri ao lembrar das sensações que tive ao ver esse abacaxi e ainda bem que o fiz em casa graças aos poderes da internet e não tive que pagar nada vendo essa coisa tenebrosa. Amanhã devo colocar a crítica sobre o mesmo no meu blog também.
    Passarei mais vezes por aqui, abraços!

  10. Desisto. O Filme consegue deixar o telespectador tenso, imaginado se os personagens vao se safar. Gostei do filme, mesmo vcs achando q ele eh uma completa perda de tempo. Porem ele eh sim cliche demais, com toscas representações, e etc. Bom agora vcs tbm devem detonar os proximos filmes alienigenas que vem por ae, inclusive Super 8. Pelo menos Jazz consegiu aproveitar o filme e soube analisar, diferente de vcs que jah vao armados para detonar os filmes.

  11. Ola , gostaria de fazer um pedido, se fosse possivel gravar as criticas em audio como foi feito com a maioria dos filmes em 2008 não por preguiça de ler mas sim porque fica mais facil como não tenho muito mexer no computador se for em audio possa escuta-la ao mesmo tempo que faço outra coisa.
    Enfim gosto muito do antigravidade continuem com esta qualidade.

  12. Concordo plenamente com que está aqui escrito. Queria só deixar aqui um reparo. Ali em cima disseram que as agências de televisão estavam em baixo. Isso é verdade mas a batalha que eles vêm na TV é gravada a partir do telescópio da casa. Da mesma maneira que durante a festa, eles filma um rapaz num outro prédio a fazer sexo oral a outro rapaz. De resto, revisão 5*

  13. Nossa, fiquei impressionado que alguns gostaram do filme… é mais impressionante que a qualidade péssima do filme.

    Concordo que o filme seja ruim, péssimo ou simplesmente me roubou 2 horas de vida, mas a parte deles assistirem a televisao não é que o sinal voltou a transmitir, mas as imagens são do telescópio…

    Bom, fora isso o texto resume o filme. Fiquei perplexo como os atores são ruins. O gerente tinha reações explosivas do nada, sem motivo… acho que foi a parte que mais me aterrorizou, fora a realmente inexplicação fixação por ir ao mar (achei que os ETs tinham medo da água, como no “Sinais”, mas não é visto a parte que um dos monstros entra na piscina).

    Ruim, muito, mas muito ruim… um dos piores que ja vi na vida… o trailer é muito melhor que o filme (fala que a nasa mandou sinal para o espaço e tudo mais)… odeio quando trailers me enganam…

    abraço

  14. uma correção:
    ele nao estava assistindo a guerra pela tv, aquele monitor era ligado ao telescopio de alguma forma

  15. O filme é uma merda, os efeitos são ótimos.

    Tomara que agora Joshua e Liam tenham aprendido a lição e desistam de fazer roteiros, cada um no seu quadrado, técnico visual achando que sabe fazer uma trama boa é foda.

  16. Invasão alien é um tema tão rico, mas ninguém leva a sério.

    Sempre a mesma coisa:

    Somos atacados do nada.
    Por motivo desconhecido
    No começo a gente se fode muito
    Depois viramos e todo mundo fica feliz

    Sem falar que nesse filme ainda colocaram abdução, coisa extremamente sem graça e usada demais já. E tudo bem ter abdução, mas por que mesmo ? Alguma hora o filme fala por que abduzir humanos ?

  17. Só agora assisti essa “coisa” que estão chamando de filme. Aluguei o DVD e no início fiquei curioso pra ver o desenrolar da trama. A queda dos Et’s, as luzes misteriosas, tudo isso me despertou interesse no filme durante os 4 primeiros minutos. Depois disso, adiantava o dvd pra ver os efeitos especiais e só.
    Cara, sua resenha ficou nota 10. Não teria como melhorar em nada. Parabéns.
    E vamos rezar pra ter continuação do filme, pois quero ter a oportunidade de ler uma nova resenha feita por você… hehehehehe
    Abraço!

  18. UM DOS PIORES FILMES DE FICÇÃO QUE JÁ ASSISTI. EFEITOS ESPECIAIS, QUE SÃO UMA M…..! UM FILME PRIMÁRIO, COM INTERPRETAÇÕES HORRÍVEIS E UM ROTEIRO QUE PODERIA SER ESCRITO POR UMA CRIANÇA DE 10 ANOS. FOI UM ABSURDO ESSE FILME TER PASSADO NOS CINEMAS!

  19. Eu assisti a esse filme hoje apenas (dez/2011), pelo Telecine e achei interessante, embora sim, bastante controverso por diversas cenas exibidas e atuações. Mas não sou nenhum crítico de cinema.
    A ideia de invasão e posterior assimilação dos cérebros humanos até é bem válida, se for observada do ponto de vista, quanto ao uso da capacidade humana em relação a imaginação que os humanos tem, poder ser bem explorada (alguém já assistiu algum episódio de Jornada nas Estrelas, em que os Borgs ao encontrarem uma raça com tecnologia que podem usar, os assimilam para a coletividade ?).
    Bem, o que mais me deixou pensativo, ao ver o filme, foram as cenas finais, onde o tal Jarod tem o cérebro (vermelho, enquanto os outros são todos azuis ? seria uma evolução ?🙂 ), se houvesse como aplicar isto a um game, no qual vc luta como humano até onde dá e depois se e quando assimilado, vc pode optar por lutar do lado dos aliens, capturando outros tantos humanos, que ainda estivessem resistindo ou então, por ser diferente e ainda ter algum resquício de humanidade e podendo ter a capacidade de recrutar para o seu lado, outros aliens-humanos, poder vir a fazer uso da tecnologia alien, os derrotar, assumir o controle e até mesmo ir contra o vasto império que devem ter por terem assimilado outros tantos mundos, visitar estes mundos e travar combates ferozes, podendo vir a usar um diversificado arsenal.
    Talvez pareça uma ideia sem muito sentido, mas no meu ponto de vista, até que poderia ser interessante.

  20. Nossa Senhora da Querupita, esse filme é o melhor que eu já vi na minha vida, os atores são excelentes só que não. Os diretores são nota 10 só que não, as cenas foram muito bem feitas só que não. Resumindo esse filme é demais e tenebroso, a escória da humanidade, sou mais assistir Bambi 4 o retorno, tem mais ação e suspense e os desenhinhos tem uma linguagem corporal melhor.

  21. bom o filme nao e de todo ruim verdade que tem alguns furos mas que sabe isso nao seja uma brecha pra poderem fazer i dois e explicar tudo q ficou sem explicacao vai q é uma ideia de market vamos experar pra ver no q da .

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