Corpo: suspense nacional premiado estréia nesta sexta-feira

Apresentando uma trama misteriosa, o filme foi premiado em Los Angeles. Confira o trailer e o cartaz

Maurício Muniz, sobre press release

No dia 30 de maio, estréia nos melhores cinemas de São Paulo o filme Corpo, dos dramaturgos e roteiristas Rubens Rewald e Rossana Foglia. A produção levou cinco anos até ficar pronta e trata-se de um quebra-cabeças pop sobre temas como a morte. Corpo ganhou o prêmio de melhor filme estrangeiro no The Method Independent Film Festival, em Los Angeles.

A trama se passa em São Paulo, onde ossos são desenterrados de uma vala comum e levados ao Instituto Médico Legal (IML). O médico-legista Artur (Leonardo Medeiros), depara com o cadáver de uma mulher, encontrado em meio às ossadas de possíveis vítimas da ditadura militar. Ao investigar sua identidade, encontra uma mulher viva (Rejane Arruda, em papel triplo) exatamente igual à morta. A descoberta agita a vida de Artur, que até então vivia enterrado até o pescoço de tédio. Ele recebe a ajuda de sua supervisora, Lara (Chris Couto), para identificar os ossos, que podem ser de guerrilheiros.

No elenco estão ainda Regiane Alves, Louise Cardoso, Sônia Guedes e Antônio Petrin.

Assista ao trailer:

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4 comentários sobre “Corpo: suspense nacional premiado estréia nesta sexta-feira

  1. Decepcionante! Um dos piores filmes nacionais que já vi, sem nenhum contexto, deveria vir com “manual de instruções”. A história é muito confusa, atemporal, não tem nenhum momento de climax ou marcante. A interpretação dos atores deixa muito a desejar, não sei como pode ser um filme premiado.Posso dizer que a parte histórica, de torturados da ditadura, não ficou nada clara, parecendo algo “forjado” , não real; pecando principalmente nisto, fazendo a história de nosso país parecer uma simples piada!
    Acho que empresas que investem no cinema nacional, como a PETROBRAS, deveria pensar antes de empregar seu dinheiro em obras como essa; o cinema brasileiro tem grandes idéias, mas muito mal consolidadas. É uma pena!
    Na sala de cinema, sábado a noite, só tinham 4 pessoas. Agora sei o motivo!

  2. Discordo completamente. O filme é incrível! Tem uma sensibilidade muito grande ao abordar os temas da ditadura, morte, identidade. É um filme que incomoda, perturba. Impossível não se sentir impelido a refletir sobre os temas que ele aborda ao terminar de assisti-lo. Além do mais, a diradura não é o foco do filme e ainda assim, ela é abordada de uma forma nunca vista no cinema brasileiro. Muito interessante. Há muito tempo não via um filme nacional tão bom. Merecia maior divulgação. Recomendadíssimo!

  3. Poderia ser um filme bom, mas é extremamente lento e não consegui enxergá-lo como um suspense… a participação da filha da “encontrada” ficou muito caricata, e acabou estranha no contexto todo ‘poético’ do filme…

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