Crítica: Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (em áudio e texto)

Após uma espera de 19 anos, chega aos cinemas a quarta aventura do arqueólogo Indiana Jones. Mas será que a espera valeu a pena ou o filme é apenas uma grande e triste decepção?

Confira a opinião de Maurício Muniz, Benedito Nicolau e Gustavo Daher, em suas críticas em áudio e em texto!

O FILME:

Após enfrentar um pelotão de soldados russos que o seqüestram para ajudar na busca a um misterioso artefato na Área-51, Indiana Jones é demitido de seu posto de professor quando o FBI suspeita que ele possa ser um simpatizante comunista. Como isso não bastasse, ele é contatado por Mutt Williams, um jovem motociclista que pede sua ajuda para encontrar um conhecido em comum e sua mãe, ambos raptados por terem informações sobre misteriosos crânios de cristal que podem ser a chave para a obtenção de um poder incalculável. Numa corrida pela América do Sul, Indiana enfrentará vários perigos, reencontrará rostos do passado e se verá frente a um enigma do outro mundo.

Direção: Steven Spielberg. Com Harrison Ford, Shia LaBeouf, Karen Allen, John Hurt e Cate Blanchett.

CRÍTICA EM ÁUDIO:

TRAILER:

CRÍTICA POR GUSTAVO DAHER:

Olha só que beleza. Filme novo do Indiana Jones nos cinemas! Mas será que vai ficar legal? O Harrison Ford não tá velho demais pra isso? Será que o Spielberg não vai cagar tudo? Será que o George Lucas não vai transformar isso numa merda?

Enfim, um misto de empolgação e receio tomou conta de mim quando soube que iriam fazer um novo filme do Dr. Jones. Ainda bem que meus receios não se concretizaram. O filme é muito bom! Cheio de referências aos filmes anteriores, o filme dosa na medida certa cenas de ação empolgantes e piadas marotas.

A história é bem legal e gira em torno de uma caveira de cristal com um visual um tanto estranho (não vou entregar spoilers, relaxem). A tal caveira deve ser retornada ao seu lugar de origem e quem fizer isso ganhará misteriosos e grandes poderes.

Claro que isso desperta a cobiça dos soviéticos – os inimigos da vez, pois estamos em 1957 – comandados pela obcecada Irina Spalko (Cate Blanchett). Indiana Jones se mete no meio dessa zona toda e, para que a caveira não caia nas mãos dos comunas, ele é ajudado por Mutt (Shia LaBeouf). No meio do caminho ele se reencontra com Marion Ravenwood (Karen Allen) e com seu amigo,o Professor Oxley (John Hurt).

Os atores estão excelentes. Eu pensei que o personagem do Shia LaBeouf iria estragar o filme, mas me enganei. O ator é bacana e o personagem é bem construído e divertido. Acho que a única “falha” em termos de atuação aconteceu com o John Hurt, mas é porque o personagem dele fica balbuciando e repetindo frases/pistas praticamente toda vez que entra em cena, por casa de sua condição causada pela caveira. Mas nada que desagrade.

A trilha sonora continua bacana, com a inesquecível música-tema de John Williams. Uma pena que os soviéticos não tenham uma música-tema marcante assim como os nazistas tinham no filme A Última Cruzada (não lembro agora se no Caçadores da Arca Perdida eles tinham a música-tema marota).

Comparando com a trilogia original, o filme não faz feio. É divertido, diálogos engraçados, bem-humorado e com cenas de ação bem supimpas. Claro que, com o advento da computação gráfica, agora temos cenas mais grandiosas e mais elaboradas.

E justamente isso me leva agora para a parte chata da resenha: o que eu não gostei do filme…

MACACOS E MARMOTAS DIGITAIS!!

Argh. A cena com os macacos digitais é deveras horrenda. E não custava nada ter filmado umas marmotas de verdade. Acho que sairia bem mais barato. O Spielberg e o George Lucas precisam se controlar um pouco mais no quesito CGI.

Mas isso não estraga o resultado final não. O filme é bem foda. Vale ir ao cinema assistí-lo. Aliás, foi meu primeiro filme do Indiana Jones no cinema. Supimpa!

Nota: 9,8 (só não dou nota 10 por causa dos macacos e das marmotas digitais)

CRÍTICA POR BENEDITO NICOLAU:

Bem, vamos direto ao ponto. Sim, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal é muito legal! Você vai se divertir bastante.Vá, não tenha medo de ser feliz. Acredite, um filme que começa com corrida de carros, Elvis Presley e Indiana Jones vai ser muito divertido!

Depois dos Caçadores da Arca Perdida achei o melhor da série.

Mas vamos dar uma geral no filme.

Os atores principais estão perfeitos. Harrison Ford está velho, fato natural da vida pra quem tem sorte, mas eu prefiro ele velho a qualquer “ator garotão, bonitão, saradão e canastrão” que permeia os cinemas hoje em dia. E seu carisma como Indiana Jones está intacto. Não tenha duvidas sobre isso.

Shia LaBeouf, que era o grande temor dos fãs, está muito bem no papel de filho rebelde dos anos 50, metido a Marlon Brando. Diga-se de passagem, muito legal a homenagem ao O Selvagem (The Wild One), do Brando. O garoto é bom, e provavelmente, se não enfiar o “pé na jaca” com as drogas como muitos, será o melhor ator da sua geração, porque talento ele tem. E o principal é que leva sério o que faz.

Já a Cate Blanchett, em determinados momentos deixa sua personagem um pouco caricata, mas sem problema, são só alguns momentos. Ela entra no eixo e depois convence muito bem como a vilã. Afinal é uma excelente atriz e, se você não acha isso, é problema seu. Não meu, com certeza!

Quanto ao resto… bem é resto mesmo. Não levem a mal, eu gosto muito do John Hurt, mas poderia ser qualquer um ali, que não ia fazer muita diferença. E isso vale para o resto do elenco.

A música está legal como sempre. Mas o que chamou minha atenção foi a direção de fotografia.Com certeza este é, visualmente, o melhor de todos os Indiana Jones. O diretor de fotografia Janusz Kaminski e Steven Spielberg conseguiram achar um meio termo visual para o filme que é fantástico. Lembra os filmes anteriores, mas fica com cara de coisa nova.Vá e veja. Como diz a sabedoria popular, uma imagem vale mais que mil palavras. É chavão, mas é verdadeiro.

Já o roteiro, como todo roteiro, tem os seus defeitos e buracos. Mas dane-se! Que roteiro não tem defeitos? Esse até que é bem legal. Não estou procurando o sentido da vida em um filme do Indiana Jones mesmo. Se você estiver, é melhor procurar ajuda profissional. Na verdade, acho que os fãs de “grandes roteiros” deveriam fazer uma retrospectiva com todos os filmes de “grandes roteiros” da historia do cinema. Podemos até criar um festival. A Petrobrás patrocina com certeza. Aí, depois de assistirem todos os filmes de “grandes roteiros”, eu queria perguntar se eles descobriram o sentido da vida ou se, a partir daquele momento, serão seres humanos melhores. Sei… É melhor deixar quieto.

Vá assistir e não fique reclamando, porque tirando o Homem de Ferro, não tem nada mais divertido nos cinemas mesmo.

De 0 a 10? Humm… 9 redondinho, porque 10 só pro Caçadores!

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35 comentários sobre “Crítica: Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (em áudio e texto)

  1. Que incrível! É a primeira vez que eu leio uma crítica do Benedito Nicolau em que ele não faz uma comparação do filme com vendagem de drogas. Coisa que ele repetidamente sempre faz. “Deu grana, deu! Mas droga também vende bem e nem por isso faz bem para a saúde…” e por aí vai.

  2. “Qual é a verdade?” é horrível, Mau-mau. Vc deveria saber que não existe uma única verdade. Todo mundo tem opinião, e dizer que uma opinião é errada e outra (a sua) é certa é muito pretensioso. Aliás, tente contar quantas vezes vc usa a palavra “verdade” no seu áudio.
    Bom, minha crítica do texto, que eu publiquei na terça, não tá tão diferente:
    http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2008/05/no-quero-caveira-de-cristal-do-indy.html
    (ou não sei se cabe numa linha só, então:
    http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2008/05/no-quero-caveira-de-cristal-
    do-indy.html
    Vc se esforça em dizer que não tá decepcionado com Indy 4, Mau, mas o seu tom é outro. Vc não demonstra grande entusiasmo não.

  3. Putz!

    Se esse comentário do João Alves não viesse do mesmo cara que fica entrando aqui toda hora com nomes diferentes pra concordar com os próprios comentários que coloca, até que eu poderia levar a sério o que diz…

    Já ouviu falar em I.P., Zé Mané?

  4. Lolinha,

    A verdade absoluta é só uma: a minha! Heheh!

    Sei que pareço cansado na crítica, mas estava mesmo meio detonado de rodar pelas livrarias aqui da Suiça o dia todo! Não imagina a quantidade de livros de cinema e quadrinhos que têm por aqui! Bom, mas até aí, nos EUA também deve ter um pouquinho, né?

    Fora que o legal da crítica emáudio é fazer de galera, senão não fica muito divertido mesmo. Eu não tenho vocação pra Seinfeld, definitivamente. E as críticas do Gustavo e do Benê já meio que falam tudo que é preciso.

    De qualquer forma, é um filmão, sim! Divertido e no espírito dos outros. Tem falhas mas, até aí, o Caçadores também tinha. Se a série acabar aqui, é um bom final (até melhor do que o da Última Cruzada). Se não acabar… melhor pra nós!

    Beijocas!

    Mau

    P.S.: Você não imagina os chocolates daqui!!! 🙂

  5. Ah, Mau, sei que vc tá brincando, mas evite falar coisas como “Qual é a verdade?”, porque até vc sabe que isso não existe. Ontem mesmo escrevi um artigo que será publicado no jornal no sábado (quando eu colocá-lo no blog, no sábado tb, te mando um link) sobre como a direita cristã acredita na verdade absoluta, única – a dela.
    Eu tava esperando um carnaval seu na crítica a Indy 4. Imaginava que vc iria falar bem, mas no sentido de babar entusiasmado. Afinal, vc é o maior fã (e expert) de Indiana Jones que eu conheço. Queria te ver deitar e rolar, sabe, com pompons de cheerleader. E no entanto… Desculpa falar assim, mas a única coisa interessante da sua crítica foi vc falar que viu o filme na Suíça, com duas legendas (aliás, deve ficar um monte de letrinha embaralhando a tela, né?). Eu já te falei isso, e falo de novo: vc é um cara super divertido. Uma figuraça. Todo mundo morre de rir com vc, e isso é um dom seu. Como que isso não é transmitido pros seus textos escritos e falados?
    Eu gostei de Indy 4 e tenho vontade que venham outros. Mas a expectativa já não vai ser a mesma. Hoje li uma frase perfeita de uma crítica da Newsweek sobre o filme: “Como a Norma Desmond de Crepúsculo dos Deuses, Indy continua grande. É só que, no novo mundo das franquias do cinema de ação, Caveira de Cristal parece menor”. Acho que isso explica bem o desapontamento de muita gente.
    Ah, Mau-mau, manda uns chocolates pra cá… Nem posso falar muito porque, faltando 2 meses pra voltarmos pro Brasil, só agora descobrimos um dos melhores sorvetes de chocolate que comemos na vida. E pertinho dos cinemas a que vamos todo final de semana. Por que só agora, ó Deus?
    http://www.escrevalolaescreva.blogspot.com

  6. E eu digo: Só de raiva vou transformar a comparação com drogas em um bordão..A lá a praça é nossa!!hahahahahahah
    E JOÃO GONÇALVES…Passa lá na exposição Star Wars pra eu dar um abraço bem apertado (por trás) em vc…

  7. Sou fã da série Indiana Jones desde a minha adolescência. Gosto da sensação de ter um herói que tem características mais humanas, como nós, simples mortais. Assiti ao filme ontem à noite e gostei muito. Harrison Ford é, de fato, um dos maiores atores de filmes de aventura com suas expressões faciais irônicas e seu sorriso sarcástico nas situaçõers mais adversas. Gostei muito dessa nova aventura, mas concordo com com Gustavo ao dizer que a cena dos macacos difgitais é simplesmente descartável. Aceito o fato de que sem os grandes avanços digitais não teríamos oportunidade de ver grandes filmes como Matrix, por exemplo, porém acredito que elas devem ser dosadas em filmes como Indiana Jones, que são legais exatamente por ser mais próximo às imperfeições da realidade e todas as suas dificuldades.

  8. Infelizmente não posso concordar com nenhuma crítica que eu lí sobre o filme. Decepcionante e roteiro ridículo. Não tem nada a ver com a idade do Harrison Ford, o filme é fraco mesmo.

    De zero a dez é um 6 bem avaliado ( pra cima ).

    Spielberg e Lucas estão loucos ? merdar um filmaço desses ?

  9. …Todo esse papo de vocês sobre a verdade me lembrou um quote do próprio indy:

    “Arqueologia é a busca pelos fatos, e não pela verdade. Se o que estão procurando é a verdade, as aulas do curso de Filosofia são no fim do corredor”. (Indy e a Última Cruzada).

    (Só pra lembrar que no fim das contas o Indy se desse conta que a busca do Graal era sim uma busca pela verdade, mas uma busca pessoal).

    Enfim, acho que muitas vezes a gente usa a palavra “verdade” sem grandes pretensões. Pode até estar errado, mas escapole, e não vejo grandes problemas nisso, principalmente quando é linguagem falada, pois dá pra perceber a diferença entre uma “verdade” pessoal e uma Verdade com V maiúsculo.

    Mas enfim, deixando a verdade de lado, concordo em gênero, número e grau com a crítica: principalmente nos quesitos John Hurt, marmotas e macacos. Mas eu incluiria as formigas na lista também.

    Anyway, parabéns pelo texto!

  10. Fui ontem ver o negócio; resultado: vi um grande filme… mal filmado.

    Estranhei o Benê falar bem da fotografia… o que foi aquilo? (pergunto: a tal parte para a qual eles chamaram o elenco para refilmar – ou acrescentar -, tempos depois, é a cena em que conhecemos a Spalko? aquilo foi filmado no banheiro com um monte de cartão postal gigante colado no fundo); mega luz artificial.

    As roupas dos personagens limpinhas e novinhas demais; na verdade, o filme todo foi acéptico além da conta; incrível, mas parece que o filme todo careceu de “falta de falta de grana”, não houve desafio, dificuldade, espaço para o improviso criativo. Virou mesmo uma grande cerimonia de reencontro: spielberg, lucas, indiana, marion, público viúvo…

    Será que eu estou muito chato, exigente? ou será que, na cena em que Indi e o Jiraya Beowulf estão no interior de um buraco/templo cheio de esqueletos incrustrados, eu vi – e não foi rapidamente – um spot de luz em cena ?!!!
    “Alguém esteve aqui recentemente – diz Mutt, explicando as pegadas no chão ou uma tocha morna na parede – não lembro -; eu quase gritei: “- Você também notou esta instalação elétrica toda aí atrás, Shia?”. Ok, a gente sabe que não há luz numa caverna e temos que emprestar licença poético-fotográfica à coisa, mas daí a ser ofendido visualmente… A gente sabe que tem microfone e camera ali, mas não nos mostre isso, por favor.

    ILM é a pior empresa de efeitos do planeta! nada “cola”; iluminação errada – a do fundo não bate com a dos personagens – peguem qualquer filme do Lucas, é a mesma coisa sempre.

    Cena resumo: Spalko e Mutt lutam de espada sobre carros em movimento – bela idéia, sim, um filme de ação e aventura é feito disso – , mas reparem nos cabelos, não há movimento; a mistura de técnicas não bate. Descupem, mas eu quero ENTRAR NA CENA; Se eu notar um mato feito de pixel ou de um verde que não existe no mundo real, eu saio da mágica do filme.

    Com todos os problemas (esqueminhas), achei o roteiro ótimo. O filme é que não esteve à altura.

    Ah, má notícia, Mau: com certeza vem aí outra bomba, Indiana Junior, e com o Shia, o Bufo, no papel titulo.

    PS: é, sim, eu estou puto.

  11. Acho que a maior parte das pessoas acredita em conceitos como “verdade absoluta”, assim como acredita em neutralidade, objetividade, imparcialidade… Por isso a gente tem que ser um pouquinho responsável quando escreve ou fala.
    Bom, tá lá no meu blog um textinho sobre a verdade, versão direita cristã:
    http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2008/05/truta-t-l-fora.html
    O problema é que o layout tá meio ilegível. O Blogger fica mudando fonte, corpo e espaçamento nos meus textos. Geralmente dá pra corrigir, mas pra esse post o Blogger tá inflexível. Se alguém souber como fazer pra que o Blogger pare de se meter nos meus posts, agradeço de coração.
    Ah, e no meu blog tem bastante gente reclamando das Cataratas do Iguaçu terem parado na Amazônia. Eu não notei isso, até porque Indy e convidados estavam na parte peruana da Amazônia. O que não justifica Cataratas do Iguaçu por lá. Mas não pode ter um monte de cachoeira enorme na Amazônia?
    E o Muça tá nervosinho, tá?

  12. Bão,

    Enquanto preparo meu texto sobre “Porque Indiana Jones é a Melhor Coisa do Mundo” pra publicar aqui (é sério, aguardem), só posso dizer que concordo com o Mucinho que o Spieberg não parecia tão inspirado na direção deste. Mas tudo bem porque o cara está num momento diferente da vida e mesmo um Spielberg feito no automático é melhor que do que “une carraiad de chose” (frase que cunhei aqui na Suiça).

    E outra… Pô, Muca, cê gostou do Speed Racer!!! O senhor não tem a ENVERGADURA MORAL pra falar mal do Indiana Jones! 🙂

    Abraços!

  13. Eu também gostei de Speed Racer e no entanto também tive capacidade para adorar o indy IV.

    Por sinal, sou totalmente a favor e inclusive compartilho da idéia de que INDIANA JONES É A MELHOR COISA DO MUNDO. Aguardo o texto ansiosamente!

    E não consigo concordar com o sr. Mucinho, infelizmente. Quando assisti o filme, fiquei tomada pela história e pelos acontecimentos, nenhum defeito técnico a la Storm Trooper batendo a cabeça no fundo chamou minha atenção e se estavam lá, não foram suficientes para tirar minha atneção da mágica da história em nenhum momento (tirando as marmotas, formigas e macacos digitais, que num filme com uma estética tão retrô e naturalista simplesmente gritam ILM).

    Os defeitos que mais chamaram a atenção foram mesmo os de roteiro: uma paranormal que não faz uso de seus poderes, um velho doido obviamente encaixado no lugar de Henry Jones Sênior, uma história que aposta no elemento família mas não desenvolve o tema a contento… e MESMO ASSIM, não foi o suficiente pra deixar o filme RUIM.

    A bem dizer a verdade, o próprio Templo da Perdição tem milhares de momentos fakes e personagens com motivações furadas, sem contar no tema assumidamente brega. E mesmo assim não há quem não curta e ame e vibre.

    A única diferença do Templo da Perdição e O Reino da Caveira de Cristal é que 19 anos de expectativa separam o primeiro do segundo… e é dífícil agradar 100% quando há tanta expectativa em jogo.

    Tenho pra mim que se por acaso Templo da Perdição não tivesse sido feito em 84 e fosse hoje o quarto filme a ser lançado, estaria sendo tão malhado quanto Reino da Caveira de Cristal está sendo agora.

  14. Só complementando: em nenhum momento é dito que eram as cataratas do Niágara lá. Logicamente sabemos que são, mas no filme, é apenaqs uma “cachoeira monumental amazonense” qualquer.

  15. Não gostei do filme (sorry amantes da trilogia). Esperamos 20 anos desde o último “Indiana” e o roteiro de Geroge Lucas é sofrível, beirando o péssimo. Poucos diálogos de situação e um excesso de traquinagens em CG. A cena da geladeira, que poderia ser divertida como o troley nas cavernas dos Caçadores ficou patética. Nenhum destaque nos atores – ressalva para Harrison Ford, “hour concurs” e nada mais além disso. Saí do cinema com a impressão “o que esses caras fizeram” para piorar tanto o filme? Lembram do último Matrix? Foi a mesma sensação, ou seja, ficaram devendo e muito para os reais que paguei.

  16. Equipe Antigravidade
    maumuniz@gmail.com | 84.72.168.121

    Bem, povo!

    Do roteiro, o que não gostei muito foi toda a cena da areia movediça. Eles fugiram apenas pra ter o “diálogo revelador”, a piada da cobra e serem pêgos de novo. O lance de “Ox, procure ajuda!”, telegrafou na hora qual seria o resultado… Ele iria procurar ajuda com QUEM MAIS ali…? Mesmo assim, curti a cena por causa do carisma dos personagens. No final das contas, achei o Shia-Tarzã bem mais bobo.

    Miguel, também esperei os quase 20 anos pelo filme. Com 39 no momento (”não são os anos, é a quilometragem”) e tendo assistido todos os filmes no cinema (falsifiquei minha carteirinha de escola pra poder entrar no Caçadores) e sendo o Indy meu herói de vida, tinha medo do que pudessem fazer com o filme. Mas minha imagem do personagem continua imaculada, ainda é meu herói favorito e mesmo o final do filme, que alguns acharam meio chocho, vejo como o Indy conseguindo seu maior tesouro.

    Em outras palavras: o filme tem suas falhas? Sim, talvez. Mas até o Caçadores tinha algumas (poucas, pouquíssimas, quase nenhuma… ah, tá bom: não tinha, não! 🙂 ) e o Templo da Perdição e a Última Cruzada também tinham algumas bobeiras.

    Petra, na verdade vinte e quatro anos separam o Templo do Reino da Caveira, não dezenove, mas acho que entendi o que quis dizer e concordo. Como eu comentei na crítica em áudio, todo mundo meio que criou um filme próprio do Indiana Jones na cabeça nessas quase duas décadas e quem está reclamando, me parece, foi porque não encontrou na tela aquilo que imaginou que veria.

    Quanto ao Speed Racer… é, pra mim este não teve jeito, exatamente pelos motivos que o Mucinho citou pra não gostar do Indy IV: tudo fake, sem graça, sem emoção e sem criar uma situação sequer na qual eu pudesse torcer pelos personagens. No Indy, a seqüência da perseguição de carros na selva (só pra citar uma) me deixou na beira da cadeira… mesmo com o Muttarzã pulando pelos cipós.

    Ah, sobre o texto de porque Indiana Jones é a melhor coisa do mundo, tá ficando mais com cara de “101 fatos do Indiana Jones que marcaram minha vida (e me inspiraram a trabalhar com entretenimento, a fazer amigos e influenciar pessoas)”… Se, depois de pronto, eu não achar que está pessoal demais, coloco aqui durante a semana.

    Abraços,

    Maurício Muniz

    (que foi apelidado de Maurindiana quando mais jovem e era presidente da ARCA: Associação Recreativa Caçadores de Aventuras, da qual o Mucinho – o reclamão acima e meu amigão há trinta anos – era membro honorário)

  17. Outra coisa:

    Como a ARCA foi perdida nas areias do tempo e deve estar repousando em algum Poço das Almas que ninguém sabe onde é, acho que vou criar a AAIJ (Associação de Apreciação do Indiana Jones), para todos os fãs e apreciadores do Henry Jr.

    Volto pro Brasil no dia 1, daí marcamos todos de ir no Kinoplex Itaim (melhor cinema de São Paulo – sério!), assistimos o filme e depois fazemos um debate ali nas mesinhas ou no Joakin’s sobre os méritos do filme e de toda a série. Uso de chicotes será permitido durante o debate, mas cobras serão proibidas. A Lola pode participar por Skype ou MSN! Fechou? 🙂

    Aliás, Lola, além dos chocolates supimpas daqui da Suiça, descobri o sorvete Mövepick de chocolate – e de morango, flocos etc – que é do outro mundo. É esse que tem aí?

    Ah! Outra curiosidade: aqui tem raspadinha do Indiana Jones, que dá prêmios de até 50.000 francos suiços. Se esse não é o licenciamento mais inusitado da Lucasfilm, não sei qual é.

    Braços,

    Mau

  18. Eu assisti o Indy exatamente no Kinoplex Itaim, com o som THX =) Vale a pena, recomendo!

    Só pra constar, eu sou amiga do Oz, e a visita à casa dele foi uma das melhores experiências “indianísticas” da minha vida.

    Queria ter idade pra ter participado do ARCA, mas infelizmente Arca Perdida foi rodado um ano depois de eu ter nascido… mas se criarem alguma associação nova, tou dentro!

  19. Oi.

    O cinema em que assisti era bem legal, mas fiquei com saudades do Kino, sim. Lá tudo fica melhor e o pessoal não costuma papear muito.

    Petra, na verdade a ARCA foi formada como desculpa pro pessoal arrumar confusão. Algumas das coisas que fizemos foi acampar, escalar o Pico do Jaraguá pelo lado íngreme, entrar em casas supostamente mal-assombradas, viajar pra cidades interessantes e ir muito ao cinema. E éramos, claro, todos fãs do Indiana, que era meio que nosso Santo Padroeiro. Um dia, o Mucinho conta publicamente sobre “A Invasão do Planeta Janta…”

    Aliás, o grupo novo poderia ser a AAAA – Associação de Apreciação Aventureiro-Arqueológica. Acho que cabe bem. Embora, hoje em dia, pela idade média do povo, a parte de ir ao cinema é que estaria na pauta mais vezes.

    Mais importante, contudo, é a pergunta “quem é “Oz”? Eu conheço? Quando é o próximo tour à casa do sujeito? E, mais importante (se ele tem muita coisa do Indiana), a segurança na casa dele é muito rígida???! 🙂

  20. Ô Mucinho acho que vc queria ver um Indy feito pelo Bergman….
    O próximo pode ser Indiana Jones e O Sétimo Selo…
    Manda a Sugestão pro Lucas!
    Ah! sim ! tirando a Luz do Sol, toda luz que vc vê em filme é artificial….

  21. “Win Wenders” e “Aprendenders”, meu caro Bene.

    Foi bom vc tocar no nome do alemão Wenders; esse puto tentou fazer algo que não sabia (e continua não sabendo): um filme de ação, de aventura; pior: fez uma “continuação”: Asas do Desejo 2; Sim, o primeiro era lindo, lírico e blá-blá-blá; essa tal continuação tentou ser um filme de aventura, com tiroteio, cenas de perseguição… puts… é patético. Logo, meu caro Bene, sem querer catalogar, mas fazendo exatamente isso: cada um na sua especialidade. (Não que os caras não devam se arriscar; Konchalovsky dirigiu bem o Stalone numa comédia de ação.. o sofrível Adrian Lyne fez um ótimo – quase hermético, quase europeu, quase bergmaniano – Jacob´s Ladder, e assim vai.)
    Eu tolerei os 400 finais que o Spielberg colocou no A.I.; pois ele pegou um filme que não seria, a rigor, dele, herdou a pós- produção; e o que ele fez? ele foi o Spielberg: limou a profundidade do assunto sexual do Jude Law e tascou sentimentalismo (tudo bem, é um ótimo filme).

    Neste Indy ele não foi o Spielberg. Ele foi um cara rico, junto com outro amigo rico que escreve mal, que cercou o set com uma aura mágica (e não podia ser diferente): atores que se reencontram, gente nova emocionada, um monte de técnicos que veneram seus patrões e que portanto (surge aqui o grande problema)não têm coragem de levantar a mão e dizer “-Seu Spielberg, aquele holofote vai ficar em cena mesmo?”; “- Ô Seu Lucas, que tal deixar a roupa dos soldados um pouquinho rôta, usada, sujinha mesmo; afinal eles atravessaram metade da Amazônia e chegaram às Sete Quedas, lá na Argentina… Ah, ó, seu Lucas, tem essas roupas usadas aqui, que foram dos nazistas do filme O Resgate do Soldado Ryan, lembra? do Spielberg? posso usar” “- Como? a gente tem dinheiro pra comprar novas? claro; mas.. ah, então tá, desculpa aí.”
    Que a gente veja o vidro na frente do Indiana junto com as cobras lá pela décima vez que estamos assistindo Caçadores, vá lá, mas aquela luz de padaria fazendo a vez de Sol (pois não era Sol não senhor) tá muito ruim! e não combina com a restante da fotografia do filme!

    Mau: Indy 4 é infinitamente melhor que o Speed. Apenas este último adotou um padrão de ruidade no começo e foi com ele até o final. O Indy, à parte a minha expectativa, foi muito irregular.

    Vamos ver se vc consegue ser isento e dizer a “verdade”: até agora, qual o melhor? Indy 4 ou Homem de Ferro?

  22. Muca,

    A pergunta é natimorta!

    Homem de Ferro é um filmão, divertido pacas. Mas Indiana… pra mim e você sabe disso… É sempre Indiana!

    Vendo – ou tentando ver – friamente… bem, ainda diria que é o Indiana, já que é o filme que eu quero rever mais do que o Homem de Ferro!

    Mas o Benê deu 10 pro HF e 9 pro IJ. Ele que responda qual é melhor.

    Benê?

  23. Muca,

    De qualquer forma, quero ver de novo, com mais calma pra poder analisar melhor, sem que minha cabeça esteja tomada por pensamentos distrativos como “Putz, tou no cinema pra ver indy 4!” e “Uia, olha o Harrison Ford usando o chicote” e “Ih, estão tocando o tema do Indiana”.

    Porque admito que eu viro criança vendo o Indiana Jones e perco um pouco o senso crítico… mas, de qualquer forma, não acho que vou mudar de opinião. Vamos ver de novo de galera?

    E isso aqui está dando tanto pano pra manga (e tudo tão bom), que quero fazer um Anti-Debate sobre o Indiana Jones, falando da série toda e comparando com o Reino da Caveira. Vamos nessa?

    Mau

  24. Mas gente do céu… ESSA é a graça do Indiana… ver pra virar criança de novo!

    Eu confesso que não consigo assistir Indy com olhos tão críticos justamente por causa disso. A menos que alguma coisa MUITO bizarra e que naõ combine com o filme salte aos olhos (cof cof marmotas, formigas, cof cof, macacos) eu nem reparo em luz, em fio, em nada. É o Indy estalando o chicote e o Raiders March tocando, oh God, eu esqueço tudo e começo a pular na cadeira.

    A verdade é que também naõ me incomoda porque os próprios filmes de Indiana Jones são baseados naqueles filmes de matinê breguinhas da infância do tio Spielberg. A única diferença é que ele faz isso com orçamento. Então, acho que uma tosquice aqui, uma canastrice ali, uns furinhos no roteiro não chegam a incomodar profundamente.

    Sei que é um posicionamento amador, mas é inevitável. E se quer saber, eu dou graças a Deus de conseguir ver um filme de ação “simples e sincero” como Indy e curtir, porque pra ser franca, já tou cansada desses filmes genéricos de Matrix que pipocam volta e meia no cinema, que eu realmente não tenho saco pra assistir.

    (Não tou colocando o Homem de Ferro nesse quesito porque Homem de Ferro É BÃO!)

    E o Oz que eu tou falando é esse aqui: http://www.fotolog.com/oz65… pensei que vocês conhecessem porque foi do multiply dele que tirei o endereço desse blog.

    Esse é um dos colecionadores mais entendidos em Indy que já tive prazer de encontrar na vida. Além de ser mega simpático, manja MUITO. A tarde que passei discutindo Indy com ele foi uma das mais didáticas da minha vida!

  25. Meus amigos !!! Foi o pior filme da serie de Indiana Jones !!! Tudo bem qu etiveram que evoluir da segunda guerra para a guerra fria, mais colocar com um tema SCI-FI é o fim da picada !!! Falar que o Amazonas se encontra com o Rio “Sono” !!! (que seria Rio Solimoes)pessimo. A luta em cima do jipe com esgrima, que isso nem filme do Jonh Woo força tanto a barra !!! tirando ele voando dntro da geladeira depois da explosão nuclear é show !!! Dai pra frente eh so inferno !!! Vao acabar de afundar o Indiana Jones !!!!

  26. Ah…

    Oz “as in” Oswaldo Lopes!!!

    Sim, conheço a peça, mas não nos falamos há um tempinho… Na verdade, a última vez que ele me mandou notícias foi pra xingar porque falei bem do Rambo 4 aqui. Heheh! Mas é um bom sujeito e também já perdemos algumas horas, no Rio e em São Paulo, falando de Indiana Jones. Eu até tenho algum material do Indiana, mas aposto que ele tem beeem mais. Minha esperança é que ele lembre de mim no testamento.

    E, sim, faço minhas as palavras da Petra (mesmo porque, já as tinha dito antes): Ver Indiana Jones, principalmente, no cinema, é voltar a ser um moleque que acabou de completar 13 anos, com medo que a moça do Cine Comodoro perceba que a data de nascimento na sua carteirinha escolar está meio rasurada; é sentar ao final da sessão e falar pros primos “Vamos ficar de novo?” (bons tempos que isso podia ser feito); é passar a semana contando cenas e detalhes pros amigos e pra família; é tentar lembrar como era mesmo a música do filme; é não ver a hora de chegar o domingo pra você poder ir ver de novo… e, mais tragicômico ainda, é ver o filme 18 vezes no cinema (ao longo de alguns anos, claro).

    Já vi que não vou ter tempo de ver de novo o filme aqui na Switzerlândia: muita coisa pra fazer, gibis pra comprar (inclusive achei um álbum raro do Indy produzido na França, – http://i16.ebayimg.com/04/i/000/90/90/af60_1.JPG – pra fazer par com outro que já tenho. Morra de inveja, Oswaldo Lopes! 🙂 ), móveis pra montar, chocolates pra comprar pros amigos pidões e outras coisas… Mas podem crer que vou no cinema quando chegar, ver o filme de novo… daí, Muca, até procuro os holofotes em cena e tento ver se o cabelo do Mutt e da Spalko balançam no carro ou não…

    Mas aposto que, ao final do filme, vou perceber que esqueci de procurar esses pêlos no ovo, MESMO se você estiver do meu lado falando “Viu só?”.

    Putz… com todo e qualquer defeito possível (e eu sei que tem, o lado jornalístico sisudo se apossa de mim de vez em quando – maldição!), Indiana Jones É A MELHOR COISA DO MUNDO!

    Fortuna e glória, pessoal! Fortuna e glória…!

  27. É,

    Mais uma vez, não tem nada que eu tenha que o Belloq não possa tirar de mim…

    Mas duvido que ele tenha o Indiana Jones and the Fate of Atlantis em versão encadernada limitada, assinada pelo Dan Barry logo antes de morrer: http://images.darkhorse.com/covers/300/i/ijatpb.jpg (Não, não fui eu quem matou o velhinho só pra valorizar o Álbum!) E se você disser que ele tem, quero saber o que mais ele tem, porque daí vou montar uma expedição à cada dele pra recuperar essas coisas que deveriam estar num museu… lá em casa!

    Duarte, pode até ter sido o pior filme do Indiana Jones… mas um filme do Indiana Jones está sempre acima de 99% do que tem por aí, então saímos ganhando.

    E esse papo de “afundar” o Indiana é relativo. Até há pouco tempo parecia impossível que houvesse outro filme do Indiana e, agora que tivemos a graça e a sorte de ter mais um, EU é que não vou reclamar! Antes um filme “mais ou menos” do Indiana Jones do que filme nenhum, certo?

  28. Petra,

    Mais uma coisa:

    Não sei se curte quadrinhos (e essa série nem saiu no Brasil), mas nessa sua foto “velha”, você está parecendo uma das personagens do gibi Gold Digger que, aliás, tem a ver com Indiana Jones: duas irmãs que caçam tesouros. Saca só:

    http://milehighcomics.com/cgi-bin/backissue.cgi?action=fullsize&issue=36380490824%202007

    http://milehighcomics.com/cgi-bin/backissue.cgi?action=fullsize&issue=36418153787%202

    http://milehighcomics.com/cgi-bin/backissue.cgi?action=fullsize&issue=36388699418%201

    http://milehighcomics.com/cgi-bin/backissue.cgi?action=fullsize&issue=36411393768%2075%20HEROES

  29. Respondendo à Equipe Antigravidade, melhor do nada não é um bom conceito de filme. Vide alguns casos que tiveram de começar do zero a produção !!! Caso da sequência de Batman, que felizmente foi todo remodelado e salvou do fiasco total !!!
    Ja no caso do Superman foi uma continuação que além de homenagear o primeiro interprete Christopher Reeve continuou com toda a magia dos primeiros filmes e não deixou em algum momento a historia em uma saia justa como ficou nosso Indy !!
    E o mais impressionante foi Tim Burton que dirigiu o qual fez a maior lambança com Batman !!! rs
    Agora George Lucas ter que escrever uma história para o Amigo Spilberg que é vidrado em SCI_FI somente para agrada-lo e deixar Indiana Jones nesse “limbo” é demais !!!!
    Bom não tem como mudar toda a sequencia que nem fizeram com Batman, pq não é possivel “sumir” com o Harrison Ford da noite para o dia !!! Isso que me leva a fazer este tipo de comentário e ficar profundamente triste com este filme. Obrigado

  30. Oi, Duarte!

    “Equipe Antigravidade” sou eu, Maurício Muniz, editor do site.

    Obrigado pelos comentários e volte sempre!

    Abraço”

  31. Comparar o Oz com o Belloq foi sacanagem….

    (Hahaha, e espero que não estejam se incomodando por estarmos fazendo um grande chat por aqui.)

    Sobre a HQ, ADOREI! Não apenas sou leitora assídua de quadrinhos como já trabalhei e ainda trabalho ocasionalmente fazendo roteiros para HQ´s. Confesso que não conhecia esse Gold Digger (logo eu, que sou tão ligada a tudo que tem cheiro de mangá no mercado), mas fiquei interessadíssima… principalmente porque a guria tem o chapéu IGUAL ao do Indiana.

    Vou pesquisar mais sobre esse quadrinho mas agradeço quaisquer informações a mais que possa me passar a respeito dele =D

    No mais, quanto ao comentário do Duarte sobre “George Lucas escrever uma história SCI-FI para o Amigo Spilberg somente para agrada-lo”, eu diria que isso é no mínimo subestimar a inteligência do produtor/diretor e também da história do cinema.

    Está sendo amplamente comentado o fato de que, como os primeiros filmes de Indy eram uma referência às sessões de aventura das matinês dos anos 30 e bolinha, da mesma forma os russos e a ficção científica tem tudo haver.

    Com o cenário do Indy IV tendo mudado para 57, a referência cinematográfica também muda. No caso, a paródia é dos filmes B de ficção dos anos 50, que comumente usavam as ameaças alienígenas de tema de seus filmes como uma metáfora para o perigo comunista dos russos por causa da Guerra Fria. Ambos eram “o perigo que vem de fora”, e uma maneira velada de mostrar que “eles poderiam estar entre nós sem que soubéssemos” – exatamente como a personagem de irina Spalko fala em um momento do filme.

    Para mais informações, recomendo a ótima crítica sobre Indy IV que saiu no site Omelete: http://www.omelete.com.br/cine/100012757/Indiana_Jones_e_o_Reino_da_Caveira_de_Cristal.aspx (mais espedicifcamente no parágrafo intitulado “Honrando o Filme B”)

    Gosto é gosto e quem não curtiu o Indy 4 tem todo o direito, mas não ignoremos os fatos a respeito do mesmo, por favor =)

  32. ahn… relendo o post acima encontrei diversos erros de redação. Por favor, relevem… acordar todo dia às 5:30 da manhã e ir direto dando aula tá deixando minha cabeça mais cansada do que pensei.

    (Dar desculpa é feio mas é melhor que parecer uma ignorante.)

  33. Olá, boa noite. Bem, o filme para mim foi espetacular mesmo. Agora, logo no início quando há o erro no mãos ao alto. A troca de câmera deixa bem claro, gritante, reparem. Outro é a metralhadora do veículo anfíbio. Ela desaparece, aparece, some de vez entre outros errinhos, rsrsrs mas nada que retire o boa intenção. O filme é muito bom mesmo. Abraços.

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