Diretor de Procurado vai dirigir versão radical de Moby Dick
Publicado por Equipe Antigravidade em 24/Setembro/2008
Clássico da literatura e do cinema terá uma versão cheia de ação
Rafael Frasseto
O diretor russo Timur Bekmambetov (do recente O Procurado) foi contratado pela Universal para comandar o remake de Moby Dick. O romance do escritor Herman Melville, que já ganhou uma versão cinematográfica em 1956, voltará aos cinemas com uma nova abordagem: sai o desejo obsessivo de vingança do Capitão Ahab, que foi gravemente ferido pela baleia e agora busca uma revanche, e entra novos ataques a outros barcos e marinheiros.
- Nossa visão não é o Moby Dick que seu avô conhecia, é uma oportunidade de pegar esse clássico e usar os avanços visuais pra narrar essa história, que, em sua essência, é uma história de vingança com ação e aventura – diz Adam Cooper que, ao lado de Bill Collage, assinará o roteiro do longa.
O filme de 1956 contava com a seguinte premissa: Consumido por uma raiva completamente insana, o Capitão Ahab tem apenas um objetivo na vida: vingar-se de Moby Dick, a grande baleia branca que o feriu e desfigurou. Essa adaptação contou com Gregory Peck no papel do vingativo Ahab, John Huston na direção e o escritor de ficção científica Ray Bradbury e Huston foram responsáveis pelo roteiro.
Será que podemos esperar arpões que fazem curva?

Diretor de O Procurado fará versão “radical” de Moby Dick | Livros e afins disse
[...] ao que parece, o diretor de O Procurado vai filmar uma nova versão de Moby Dick, livro sobre o qual venho escrevendo ultimamente. – Nossa visão não é o Moby Dick que seu avô [...]
Leandro disse
Moby Dick é um clássico da literatura mundial; a versão cinematográfica de John Huston protagonizada por Gregory Peck e Richard Basehart é uma obra-prima do cinema e é magnífica em todos os sentidos, com um roteiro altamente fiel ao livro. Agora chegam esses roteiristas metidos a geniais e mirabolantes querendo fazer algo “diferente” para aproveitar o avanço dos recursos visuais… o resultado não deve ser muito diferente do de KING KONG do Peter Jackson, ou seja, um “trash” com orçamento milionário. Uma pena desperdiçar uma obra fantástica dessa forma.