Anti-Debate: O Fim do Casamento do Homem-Aranha é um sinal do fim dos Quadrinhos? (em Áudio)
Escrito por Equipe Antigravidade em 11/Fevereiro/2008
O Antigravidade dá início a seus debates em áudio com um dos temas mais polêmicos da cultura pop na atualidade: o “cancelamento” do casamento do Homem-Aranha e de Mary Jane após 20 anos. O editor e jornalista Maurício Muniz; o organizador do evento “HQ & Cultura” e colaborador da Revista Mundo dos Super-Heróis, Benedito Nicolau; e o desenhista, profissional dos quadrinhos e co-editor do Antigravidade, Alvaro Omine, discutem se a decisão do editor Joe Quesada e do roteirista J. Michael Straczynski em eliminar de maneira “mágica” o casamento do herói é mais uma prova de que as coisas não vão bem para as histórias em quadrinhos.
Atenção: versão sem censura (ou seja: se você fica ofendido com palavrões e xingamentos, é melhor não escutar!)!
Para conferir o Debate Antigravidade, clique AQUI ou na foto acima!
O DEBATE ESTÁ DIVIDIDO EM QUATRO PARTES, TODAS DISPONÍVEIS NAS JANELAS ABAIXO. CLIQUE EM CADA UMA DAS PARTES PARA OUVIR E ACOMPANHE AS IMAGENS ILUSTRATIVAS!
PARTE UM (O fim do casamento do Aranha! Os erros de Joe Quesada! O caso de Gwen Stacy com Norman Osborn! A morte do Capitão América):
PARTE DOIS (Brian Michal Bendis! A falta de criatividade nos quadrinhos atuais! Os casamentos nos Quadrinhos! A Morte do Super-Homem):
PARTE TRÊS (O Marketing nos Quadrinhos! Crise Infinita! Justiça, de Alex Ross! DC: A Nova Fronteira):
PARTE QUATRO (A Invasão Secreta dos Skrulls! Escritores que não têm nada a dizer! Os Surpreendentes X-Men! O fim dos Quadrinhos… ou não?!):


11/Fevereiro/2008 às
Mto bom, pra ser melhor só se fosse tudo junto em um podcast em mp3, pra eu poder escutar no caminho pro trabalho no iPod.
Observações, fala-se muito sobre a falta de originalidade. Acho q vcs passaram batidos pelo q o Grant Morrison fez em X-Men. As histórias foram bastante originais e mais do que isso, mudaram o status do universo mutante (mesmo q temporariamente graças a Quesada q quer deixar tudo do jeito de antigamente). Diria o mesmo de J.M.S. em Homem-Aranha. Embora algumas histórias tenham sido fracas, as primeiras foram boas, e originais.
As histórias do Demolidor e do Capitão América podem até ser inspiradas em outras histórias anteriores, mas o que conta é que elas são bem escritas, e estão (a não ser que Quesada aperte o botão de reset) levando os personagens a novos patamares.
11/Fevereiro/2008 às
Acho que exageraram um pouco nas críticas, nem sequer citaram a Guerra Civil, talvez porque não poderiam ficar repetindo que não se vê coisa nova, Guerra Civil foi coisa nova sim, herói contra herói nessas proporções nunca existiu, e o cara que falou que não consegue ler o Demolidor é por que está com o senso crítico tão elevado que não tem mais que nada que ele leia sem reclamar, quando a pessoa chega nesse nível seria melhor esquecer que a Marvel existe do que ficar metendo o malho em absolutamente tudo que é publicado. Mas a discussão foi interessante.
11/Fevereiro/2008 às
Outra coisa, Esquadrão Supremo do JMS é muito bom, ou seja, apesar de concordar que a fase dele no Aranha não foi nenhuma maravilha, o cara não é uma nulidade como foi passado.
4/Julho/2008 às
[...] graças a um acordo deste com o demônio Mephisto para salvar a vida da Tia May (saiba mais neste ANTI-DEBATE), o roteirista J. Michael Straczynski disse que também era contra o rumo que a trama tinha tomado [...]